Domingo, Novembro 29, 2009
Futuro Interrogativo
© Foto: ?Às vezes, pergunto-me se nos voltaremos a ver, se – algum dia – nos voltaremos a encontrar. Se voltaremos a estar sob os mesmos lençóis, a partilhar a mesma cama, daqui a muito tempo. Pergunto-me se ainda alinharás metodicamente o teu fato na cadeira do quarto, contra a qual repousará também, nessa altura, a bengala que te servirá de apoio.
Pergunto-me como serão as tuas mãos com rugas, o teu cabelo todo branco, o teu sexo com [ess]a idade. Como será a minha pele engelhada, os meus seios secos, os meus flancos descaídos, os meus glúteos mirrados. Sentiremos ainda prazer em nos tocar?
Pergunto-me se entrarei vestida no leito – como dantes – mas se, em vez da lingerie branca e pueril que me conferia um eterno ar de menina, usarei uma cinta e um corpete inestéticos que me suportarão a fraqueza dos músculos e do esqueleto.
Interrogo-me se ficaremos acordados a noite toda ou se a debilidade dos corpos nos fará ceder ao sono, às primeiras horas da madrugada. Se dormiremos a noite toda ou se a estranheza do lar nos manterá em vigília, em silêncio, com um medo senil do desconhecido. Se comeremos ovos mexidos e croissants ao pequeno-almoço, ou se colesterol e os diabetes nos exigirão dieta. Se nos voltaremos a despedir com um beijo nos lábios, à saída, já na rua, e cada um seguirá o seu caminho. Eu, para a minha casa vazia, viúva; tu, para os teus filhos e netos.
Pergunto-me como serão as tuas mãos com rugas, o teu cabelo todo branco, o teu sexo com [ess]a idade. Como será a minha pele engelhada, os meus seios secos, os meus flancos descaídos, os meus glúteos mirrados. Sentiremos ainda prazer em nos tocar?
Pergunto-me se entrarei vestida no leito – como dantes – mas se, em vez da lingerie branca e pueril que me conferia um eterno ar de menina, usarei uma cinta e um corpete inestéticos que me suportarão a fraqueza dos músculos e do esqueleto.
Interrogo-me se ficaremos acordados a noite toda ou se a debilidade dos corpos nos fará ceder ao sono, às primeiras horas da madrugada. Se dormiremos a noite toda ou se a estranheza do lar nos manterá em vigília, em silêncio, com um medo senil do desconhecido. Se comeremos ovos mexidos e croissants ao pequeno-almoço, ou se colesterol e os diabetes nos exigirão dieta. Se nos voltaremos a despedir com um beijo nos lábios, à saída, já na rua, e cada um seguirá o seu caminho. Eu, para a minha casa vazia, viúva; tu, para os teus filhos e netos.
Quinta-feira, Novembro 26, 2009
Workshop de Escrita Criativa para adultos
Dia 19 de Dezembro, Workshop de Escrita Criativa em Lisboa, na ETIC, aqui com a "je". Aproveitem que eu não duro sempre. Inscrevam-se!
Informações:
ETIC - Escola Técnica de Imagem e Comunicação
Rua D. Luís I, n. 6
1200-151 lisboa
E-mail: info@etic.pt
Tel: 21 394 25 50
Informações:
ETIC - Escola Técnica de Imagem e Comunicação
Rua D. Luís I, n. 6
1200-151 lisboa
E-mail: info@etic.pt
Tel: 21 394 25 50
Sábado, Novembro 21, 2009
Domingo, Novembro 15, 2009
Sentires
E esta chuva que não passa.
E esta dor de cabeça que não pára.
Continuo, portanto, fechada em mim
E esta dor de cabeça que não pára.
Continuo, portanto, fechada em mim
Sexta-feira, Novembro 13, 2009
A Menina com Gatos na Cabeça (13)
Mas onde é que eu já vi isto?!
E, sorte teve o tipo, em não ter sido presenteado com um rato!
Domingo, Novembro 08, 2009
Quarta-feira, Novembro 04, 2009
Simão, o Aprendiz de Intelectual
Personagens:
• Simão, 9 anos
• Eu
Cenário:
Recomeçaram as aulas de música. Ao fim da tarde, vejo o Simão entrar em casa, cabisbaixo, [surpreendentemente] pouco falador, depois da primeira lição de piano deste ano.
Estranhando, pergunto-lhe:
Acção:
– A aula correu bem?
– Sim, correu – responde desanimado.
– O que é que estiveram a fazer? – Interrogo para tentar entender o motivo de tal desmotivação.
– Tivemos de tocar uma música para a professora perceber o que ainda sabemos. – E, depois, como se aquilo o estivesse, ali, a entalar, acrescenta: – Tenho uma colega nova. Russa.
Eu repito entusiasmada:
– Tens uma colega nova russa???! – E, curiosa, quero saber: – E o que é que vocês tocaram?
Ele, resignado, responde:
– Eu toquei o Balão do João. Ela... – suspira profundamente – tocou Bach.
• Simão, 9 anos
• Eu
Cenário:
Recomeçaram as aulas de música. Ao fim da tarde, vejo o Simão entrar em casa, cabisbaixo, [surpreendentemente] pouco falador, depois da primeira lição de piano deste ano.
Estranhando, pergunto-lhe:
Acção:
– A aula correu bem?
– Sim, correu – responde desanimado.
– O que é que estiveram a fazer? – Interrogo para tentar entender o motivo de tal desmotivação.
– Tivemos de tocar uma música para a professora perceber o que ainda sabemos. – E, depois, como se aquilo o estivesse, ali, a entalar, acrescenta: – Tenho uma colega nova. Russa.
Eu repito entusiasmada:
– Tens uma colega nova russa???! – E, curiosa, quero saber: – E o que é que vocês tocaram?
Ele, resignado, responde:
– Eu toquei o Balão do João. Ela... – suspira profundamente – tocou Bach.
Domingo, Novembro 01, 2009
Sexta-feira, Outubro 30, 2009
Eu, sim, é que vivi um verdadeiro choque tecnológico na minha infância!
Comecei a escola primária com um Caetanolhães. Seguiu-se-lhe um Spínolhães e um PalmaCarloslhães. Depois, impingiram-me um VascoGonçalveslhães cheio de erros e de bugs, uma boa caca, um verdadeiro retrocesso tecnológico, a que sucedeu um PinheirodeAzevedolhães e um AlmeidaeCostalhães. Só, finalmente, a coisa começou – apesar de tudo – a estabilizar, quando estava eu já a pirar-me para o Ciclo Preparatório e surgiu o Soareslhães.
O meu Caetanolhães já com Folha de Cálculo incorporada

O Spínolhães e o PalmaCarloslhães (várias cores disponíveis)
O VascoGonçalveslhães (Blaaac!)

O AlmeidaeCostalhães e o PinheirodeAzevedolhães

O Soareslhães (vários modelos disponíves - conforme a quem se dirige)
Segunda-feira, Outubro 26, 2009
Como o nosso amor
Tenho o silêncio nos dedos - incapazes de produzirem qualquer palavra. Calados. Mudos. Estéreis. Como tu e eu. Como o nosso amor.
Domingo, Outubro 25, 2009
Quinta-feira, Outubro 22, 2009
Caim, Saramago, Bíblia, Fé… Anjos
Percebem, agora, por que não me importo de ter asas? Porque acredito!
Segunda-feira, Outubro 19, 2009
Domingo, Outubro 18, 2009
Se tu viesses ver-me [Meu Amor]...
Se tu viesses ver-me hoje à tardinha,
A essa hora dos mágicos cansaços,
Quando a noite de manso se avizinha,
E me prendesses toda nos teus braços...
Quando me lembra: esse sabor que tinha
A tua boca... o eco dos teus passos...
O teu riso de fonte... os teus abraços...
Os teus beijos... a tua mão na minha...
Se tu viesses quando, linda e louca,
Traça as linhas dulcíssimas dum beijo
E é de seda vermelha e canta e ri
E é como um cravo ao sol a minha boca...
Quando os olhos se me cerram de desejo...
E os meus braços se estendem para ti...
"Se tu viesses ver-me...", Florbela Espanca, in Charneca em Flor, 1931.
A essa hora dos mágicos cansaços,
Quando a noite de manso se avizinha,
E me prendesses toda nos teus braços...
Quando me lembra: esse sabor que tinha
A tua boca... o eco dos teus passos...
O teu riso de fonte... os teus abraços...
Os teus beijos... a tua mão na minha...
Se tu viesses quando, linda e louca,
Traça as linhas dulcíssimas dum beijo
E é de seda vermelha e canta e ri
E é como um cravo ao sol a minha boca...
Quando os olhos se me cerram de desejo...
E os meus braços se estendem para ti...
"Se tu viesses ver-me...", Florbela Espanca, in Charneca em Flor, 1931.
Sábado, Outubro 17, 2009
Sexta-feira, Outubro 16, 2009
Quarta-feira, Outubro 14, 2009
Divorciem-se! Dêem os filhos! Livrem-se dos pais! Não queiram problemas com a lei!

Pela portaria 1226/2009, publicada anteontem, anexo I, ponto 1.2, é proibida a detenção de espécimes vivos de todas as espécies da espécie Primates (ordem dos primatas), bem como dos híbridos deles resultantes.
A saber, segundo a Wikipédia, Primatas são os mamíferos que compõe a ordem Primates, onde estão incluídos os micos, os macacos, os gorilas, os chimpanzés, os orangotangos, os lêmures, os babuínos, os seres humanos e outros hominídeos.
Vá, toca a despachar a bicharada aí de casa!
A saber, segundo a Wikipédia, Primatas são os mamíferos que compõe a ordem Primates, onde estão incluídos os micos, os macacos, os gorilas, os chimpanzés, os orangotangos, os lêmures, os babuínos, os seres humanos e outros hominídeos.
Vá, toca a despachar a bicharada aí de casa!
Verdades [quase] Absolutas
"(...) toda a mulher deseja, secretamente ou não, um médico em casa (estetoscópio tem sexo written all over it)". [in Lady oh my dog - esta tipa tem imensa piada]
Segunda-feira, Outubro 12, 2009
Felicidade é…
Ontem, vesti os meus calções mais esfarrapados, o meu pólo mais gasto, calcei as minhas sapatilhas mais masculinas. Não tomei banho, não pus perfume, não penteei o cabelo. Nenhum adereço feminino adornou o meu corpo. E, de costas direitas e cabeça erguida, passeei, assim, sozinha, pelas ruas da marginal da cidade. No fim, já de noite, deitei-me nas pedras sujas, quentes, do meu lugar preferido, em frente ao rio, a olhar o céu: um firmamento nítido, límpido, estrelado. Senti-me tremendamente sensual. Tremendamente feminina. Tremendamente feliz, caramba!
Quinta-feira, Outubro 08, 2009
Quarta-feira, Outubro 07, 2009
Terça-feira, Outubro 06, 2009
[Re]Viver
Na foto: Colin Farrell e Clémence Poésy / © Foto: Jaap BuitendijkVou deixar de tomar a medicação. Quero voltar a sentir-me viva. Quero voltar a estar triste, voltar a sentir-me miserável, voltar a sofrer por ti. Quero subir ao Paraíso para logo descer ao Inferno. Quero rir compulsivamente para de seguida chorar desalmadamente. Quero arrepiar-me com o toque das tuas mãos, com o sentir dos teus lábios, com o roçar do teu sexo. Quero desesperar com a ausência das tuas palavras, com o atraso dos teus telefonemas, com a inexistência das tuas visitas. Quero sofrer de desejo nos momentos que antecedem a penetração e gritar de prazer quando estás dentro de mim. Quero voltar a ser pele e osso, a ter olheiras, nós na garganta. Quero ter medo de te perder porque é sinal que te sinto meu.
Vou deixar de tomar a medicação. Descristalizar esta felicidade artificial, contida. Mal ou bem, quero voltar a viver.
Sexta-feira, Outubro 02, 2009
Quinta-feira, Outubro 01, 2009
Simão, e o outro lado da Força. Ou não.
Personagens:
• Simão, 8 anos
• Eu
Cenário:
Eu, uma Vader convicta aqui da Armada, tenho uma confissão [séria] a fazer-vos: nunca vi a “Guerra das Estrelas”.
Ontem, ao reparar, pousados na mesa do quarto dos brinquedos, em dois livros sobre o assunto, resolvo pedir ao Simão um breve e resumido – pensava eu – esclarecimento que me elucide de uma vez por todas.
Durante uma explicação longa e pormenorizada, repleta de uma catrefada de personagens horrendos e sinistros que jamais serei capaz de memorizar e que se renovam ou multiplicam a cada novo filme, eis que surge um miudinho loirinho, de ar inocente, que o meu sobrinho me assegura ser o Darth Vader. Desconfio. “Tão ignorante também não sou”, argumento. Para mim, tal maléfico personagem, usa uma máscara escura e uma capa – como tantas vezes tenho visto à rapaziada cá da casa – e respira ofegante e lentamente, quase como o país nos últimos tempos devido à tão célebre asfixia democrática. O Simão indigna-se, diz que, sim, que é ele, que está certo das suas afirmações, que é Darth Vader em criança, nessa altura intitulado Anakin Skywalker, filho de uma tal Shimi Skywalker e de um caçador que a violou (foi isto que ele me impingiu, juro, apesar da wikipédia desmentir). Céptica, interrogo-o:
Acção:
– Então, e a máscara?
– A máscara e aquele corpo só lhos puseram mais tarde. Depois de lhe terem sido cortados os braços e as pernas e de ter ficado com a cara toda desfeita com lava.
E a cada explicação faz, convictamente, nos seus, o gesto dos membros a serem amputados e da face a ser desfigurada.
Eu, incrédula, questiono:
– Cortaram-lhe os braços e as pernas?
– Tudo! – Exclama, dramático. – E para tornar mais convincente a sua explicação, acrescenta: – Se queres que te diga, acho até que lhe cortaram a pila. Cá para mim, puseram-lhe depois uma pila robótica!
E, pronto, meus caros camaradas, perante esta explicação, não quis saber mais nada. Sobre o Darth Vader, fiquei esclarecida.
• Simão, 8 anos
• Eu
Cenário:
Eu, uma Vader convicta aqui da Armada, tenho uma confissão [séria] a fazer-vos: nunca vi a “Guerra das Estrelas”.
Ontem, ao reparar, pousados na mesa do quarto dos brinquedos, em dois livros sobre o assunto, resolvo pedir ao Simão um breve e resumido – pensava eu – esclarecimento que me elucide de uma vez por todas.
Durante uma explicação longa e pormenorizada, repleta de uma catrefada de personagens horrendos e sinistros que jamais serei capaz de memorizar e que se renovam ou multiplicam a cada novo filme, eis que surge um miudinho loirinho, de ar inocente, que o meu sobrinho me assegura ser o Darth Vader. Desconfio. “Tão ignorante também não sou”, argumento. Para mim, tal maléfico personagem, usa uma máscara escura e uma capa – como tantas vezes tenho visto à rapaziada cá da casa – e respira ofegante e lentamente, quase como o país nos últimos tempos devido à tão célebre asfixia democrática. O Simão indigna-se, diz que, sim, que é ele, que está certo das suas afirmações, que é Darth Vader em criança, nessa altura intitulado Anakin Skywalker, filho de uma tal Shimi Skywalker e de um caçador que a violou (foi isto que ele me impingiu, juro, apesar da wikipédia desmentir). Céptica, interrogo-o:
Acção:
– Então, e a máscara?
– A máscara e aquele corpo só lhos puseram mais tarde. Depois de lhe terem sido cortados os braços e as pernas e de ter ficado com a cara toda desfeita com lava.
E a cada explicação faz, convictamente, nos seus, o gesto dos membros a serem amputados e da face a ser desfigurada.
Eu, incrédula, questiono:
– Cortaram-lhe os braços e as pernas?
– Tudo! – Exclama, dramático. – E para tornar mais convincente a sua explicação, acrescenta: – Se queres que te diga, acho até que lhe cortaram a pila. Cá para mim, puseram-lhe depois uma pila robótica!
E, pronto, meus caros camaradas, perante esta explicação, não quis saber mais nada. Sobre o Darth Vader, fiquei esclarecida.
Tonta. De ternura.
© Foto: Ruven AfanadorHá uns tempos, ao entrar em casa, vi a vizinha da frente, zangada, ralhar com a sua gata, falando-lhe como se de uma criança se tratasse, inquirindo-a se aquilo eram horas de chegar, mandando-a entrar, já, à sua frente, que a comida estava no prato.
Lembrei-me dele. De abanar a caixa de Brekies e de o chamar; fazê-lo, desta forma, ouvir a léguas o anunciar da refeição que o esperava, e de ver ao longe, muito ao longe, num pontinho doirado, o seu passo acelerar-se na minha direcção, adivinhando-lhe o miar a cada movimento do focinho quando, já mais perto, lhe conseguia distinguir o riscado perfeito.
Várias vezes devo ter passado por tola aos olhos da vizinhança pelo ridículo da situação. Várias vezes, devem ter-me intitulado doida. Maluca. Louca... E era! Pela a alegria de o ter ali, à minha volta, rodopiando, investindo turrinhas na palma da minha mão, pequenos saltos, delicadas investidas, implorando atenção, implorando festas, implorando palavras ridículas, tontas, sim, que só se dizem àqueles que gostamos muito: Liiindo! Muito lindo! Gato muuuito liiiindo!
Lembrei-me dele. De abanar a caixa de Brekies e de o chamar; fazê-lo, desta forma, ouvir a léguas o anunciar da refeição que o esperava, e de ver ao longe, muito ao longe, num pontinho doirado, o seu passo acelerar-se na minha direcção, adivinhando-lhe o miar a cada movimento do focinho quando, já mais perto, lhe conseguia distinguir o riscado perfeito.
Várias vezes devo ter passado por tola aos olhos da vizinhança pelo ridículo da situação. Várias vezes, devem ter-me intitulado doida. Maluca. Louca... E era! Pela a alegria de o ter ali, à minha volta, rodopiando, investindo turrinhas na palma da minha mão, pequenos saltos, delicadas investidas, implorando atenção, implorando festas, implorando palavras ridículas, tontas, sim, que só se dizem àqueles que gostamos muito: Liiindo! Muito lindo! Gato muuuito liiiindo!
Quarta-feira, Setembro 30, 2009
Sexta-feira, Setembro 25, 2009
Segunda-feira, Setembro 21, 2009
Simão, o Homem de Negócios
Personagens:
• Simão, 8 anos
• Martim, 11 anos
• A minha irmã
• Eu
Cenário:
Ao jantar, especulo com a minha irmã sobre o que fazer se me sair o fabuloso jackpot do Euromilhões. Os meus sobrinhos ouvem-nos. Não fazem mínima noção de quanto representa a quantia em causa. Em todo o caso, o Simão aconselha o seu investimento:
Acção:
– Por que não compras duas farmácias? Não existe melhor negócio do que o dos medicamentos!
[Eu juro que não sei onde eles aprendem isto!]
• Simão, 8 anos
• Martim, 11 anos
• A minha irmã
• Eu
Cenário:
Ao jantar, especulo com a minha irmã sobre o que fazer se me sair o fabuloso jackpot do Euromilhões. Os meus sobrinhos ouvem-nos. Não fazem mínima noção de quanto representa a quantia em causa. Em todo o caso, o Simão aconselha o seu investimento:
Acção:
– Por que não compras duas farmácias? Não existe melhor negócio do que o dos medicamentos!
[Eu juro que não sei onde eles aprendem isto!]
Sábado, Setembro 19, 2009
Segunda-feira, Setembro 14, 2009
Tenho uma boa e uma má notícia
... para quem gosta de me ler. Tenho andado a escrever pelo Facebook. Mas não aceito toda a gente como "amigo".
Sábado, Setembro 12, 2009
Só para chatear o post anterior
Toda a manhã zumbiram como loucos, enquanto eu tentava desesperadamente dormir. Os estupores dos "mosquitos gigantes" da Red Bull Air Race!
Quarta-feira, Setembro 09, 2009
Terça-feira, Setembro 01, 2009
"Attendez la crème!"
Christoph Waltz como Hans LandaEstou rendida ao charme deste "nazi mau". É Christoph Waltz, no seu melhor, no novo filme de Quentin Tarantino. Um verdadeiro gorgeous basterd!















